Uma descoberta dentro da Neurociência, vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que a NEURÓBICA, a "aeróbica dos neurônios", é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro.Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro.
Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios "cerebrais" que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa.
O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.
Tente fazer um teste:
- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- vista-se de olhos fechados;
- ande pela casa de trás para frente;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho;
- converse com o vizinho que nunca dá bom dia...
A proposta é mudar o comportamento rotineiro.
Tente, invente, faça alguma coisa diferente e estimule o seu cérebro.Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Pequenas mudanças que fazem toda a diferença
Veja que interessante o artigo escrito pela Leila Navarro sobre o desencadear de mudanças -pequenas mudanças...
"Em conversas que não têm hora para acabar, com amigos especiais, descobrem–se coisas que não se encontram em livros. São as pérolas da amizade...
Um amigo trabalhou 31 anos em uma empresa, até se aposentar, e contou-me que durante esses anos teve 17 cartões de visita diferentes, passou por 17 departamentos dentro da empresa e construiu uma carreira poderosa. Hoje, aos 61 anos, revia o passado e se recordava de um fato interessante e até engraçado. Aos 50 anos estava em uma fase critica, repensando sua vida, seu futuro, pois tinha uma insatisfação sem motivo e resolveu procurar uma psicóloga.
No final da consulta, a psicóloga conclui dizendo-lhe: "Analise comigo: você está casado com a mesma mulher há 20 anos, atua na mesma empresa há 20 anos e mora na mesma casa também há 20 anos. A questão é simples, sabe qual o seu problema? Você é muito conservador!”
Ele não entendeu nada. Como era conservador se tinha “17 cartões de visitas diferentes?" Aquilo, para ele, foi como um “soco nos neurônios”! No entanto, saiu do consultório decidido a mudar. Mas, mudar o quê? De emprego? “Não, ainda tenho muito a crescer na empresa”. De esposa? “Não, dificilmente encontraria outra que me entendesse tanto!” Ele, então, não teve dúvida: mudou de casa!
Mas qual o problema em ser conservador?
Na realidade, não existe um problema, até porque não existe uma regra que diga “essa pessoa é conservadora, aquela outra não é”. Acontece, é que existe um estereótipo no mercado que, quando as pessoas estão há muito tempo na mesma empresa, no mesmo casamento ou na mesma casa, elas são consideradas pessoas conservadoras, e isso nos dias de hoje não é visto com bons olhos. Até eu mesma me assustaria se alguém me chamasse de conservadora , pois ser conservador é sinônimo de estar fora do mercado competitivo , de ser acomodado...
A sociedade cria alguns rótulos que nem sempre são verdadeiros. Você pode estar há 20 anos casado com a mesma pessoa, trabalhando na mesma empresa e morando na mesma casa, e não ser um conservador. Às vezes, a sociedade nos obriga a mudar. E nós mudamos, porque é moda, é uma exigência. E se não mudarmos somos quase “apontados na rua” pelas pessoas.
Mas, mudar o quê? Se você também levou um “soco nos neurônios” e a vida está te obrigando a mudar, mas você não vê nada relevante para ser mudado naquele momento, eu te dou uma dica: mude de casa!
Ou, pode ser seu corte de cabelo, seu carro, a decoração da sua casa... Alguma coisa que não afete o que realmente é relevante para você. Pronto! Faça como o meu amigo. Ele não precisava mudar nada, ele não era um homem conservador, mas mudou. Mudou e gostou. Tanto que em menos de 5 anos já mudou de casa 2 vezes.
Você não precisa virar sua vida “de cabeça para baixo” para não ser considerada uma pessoa ultrapassada, mas também não seja tão conservador a ponto de não aceitar idéias novas, de não aceitar nenhuma mudança na sua vida. Esteja aberto para novas experiências, novos conhecimentos, novos amigos... Não coloque um cabresto e fique olhando só para frente. Olhe para os lados, para trás, para cima, enfim, esteja aberto para a vida, pois ela ainda te reserva muitas surpresas!".
E você vai ficar ai quentinho no seu ninho ou vai transformar as coisas ao seu redor? Mãos a obra!!!
"Em conversas que não têm hora para acabar, com amigos especiais, descobrem–se coisas que não se encontram em livros. São as pérolas da amizade...
Um amigo trabalhou 31 anos em uma empresa, até se aposentar, e contou-me que durante esses anos teve 17 cartões de visita diferentes, passou por 17 departamentos dentro da empresa e construiu uma carreira poderosa. Hoje, aos 61 anos, revia o passado e se recordava de um fato interessante e até engraçado. Aos 50 anos estava em uma fase critica, repensando sua vida, seu futuro, pois tinha uma insatisfação sem motivo e resolveu procurar uma psicóloga.
No final da consulta, a psicóloga conclui dizendo-lhe: "Analise comigo: você está casado com a mesma mulher há 20 anos, atua na mesma empresa há 20 anos e mora na mesma casa também há 20 anos. A questão é simples, sabe qual o seu problema? Você é muito conservador!”
Ele não entendeu nada. Como era conservador se tinha “17 cartões de visitas diferentes?" Aquilo, para ele, foi como um “soco nos neurônios”! No entanto, saiu do consultório decidido a mudar. Mas, mudar o quê? De emprego? “Não, ainda tenho muito a crescer na empresa”. De esposa? “Não, dificilmente encontraria outra que me entendesse tanto!” Ele, então, não teve dúvida: mudou de casa!
Mas qual o problema em ser conservador?
Na realidade, não existe um problema, até porque não existe uma regra que diga “essa pessoa é conservadora, aquela outra não é”. Acontece, é que existe um estereótipo no mercado que, quando as pessoas estão há muito tempo na mesma empresa, no mesmo casamento ou na mesma casa, elas são consideradas pessoas conservadoras, e isso nos dias de hoje não é visto com bons olhos. Até eu mesma me assustaria se alguém me chamasse de conservadora , pois ser conservador é sinônimo de estar fora do mercado competitivo , de ser acomodado...
A sociedade cria alguns rótulos que nem sempre são verdadeiros. Você pode estar há 20 anos casado com a mesma pessoa, trabalhando na mesma empresa e morando na mesma casa, e não ser um conservador. Às vezes, a sociedade nos obriga a mudar. E nós mudamos, porque é moda, é uma exigência. E se não mudarmos somos quase “apontados na rua” pelas pessoas.
Mas, mudar o quê? Se você também levou um “soco nos neurônios” e a vida está te obrigando a mudar, mas você não vê nada relevante para ser mudado naquele momento, eu te dou uma dica: mude de casa!
Ou, pode ser seu corte de cabelo, seu carro, a decoração da sua casa... Alguma coisa que não afete o que realmente é relevante para você. Pronto! Faça como o meu amigo. Ele não precisava mudar nada, ele não era um homem conservador, mas mudou. Mudou e gostou. Tanto que em menos de 5 anos já mudou de casa 2 vezes.
Você não precisa virar sua vida “de cabeça para baixo” para não ser considerada uma pessoa ultrapassada, mas também não seja tão conservador a ponto de não aceitar idéias novas, de não aceitar nenhuma mudança na sua vida. Esteja aberto para novas experiências, novos conhecimentos, novos amigos... Não coloque um cabresto e fique olhando só para frente. Olhe para os lados, para trás, para cima, enfim, esteja aberto para a vida, pois ela ainda te reserva muitas surpresas!".
E você vai ficar ai quentinho no seu ninho ou vai transformar as coisas ao seu redor? Mãos a obra!!!
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
A Elegancia do Comportamento
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais inusitadas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado. Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."
Pense nisso!!
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais inusitadas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado. Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."
Pense nisso!!
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Como ter filhos sem perder a virgindade?
Você sabe como ter filhos sem perder a virgindade?
O Padre Zezinho escreveu certa vez que quando uma "professora muito querida pelas alunas abordou o tema da sexualidade da mulher, as meninas lhe perguntaram à queima-roupa: `Professora, quando a senhora perdeu a virgindade?' `Eu não perdi a virgindade', respondeu ela calmamente. `Como assim?'", disseram as meninas, que sabiam que ela era mãe de quatro filhos.
Foi então que a professora disse:"`Eu não fiquei rodando bolsinha nas esquinas. Esperei até encontrar o companheiro dos meus sonhos. Encontrei quem hoje é o meu marido, e espontaneamente e serenamente dei a ele o que eu tinha de melhor: meu corpo e meus sentimentos. Portanto, eu não perdi a virgindade. Ela está com ele, que dorme todas as noites ao meu lado.'"
E a professora continuou: "`Eu a teria perdido se a tivesse dado a um homem qualquer que passasse pela minha vida. Portanto, eu não perdi minha virgindade. Ganhei mais um aliado."
Essa história, contada pelo Padre Zezinho, mostra que uma mulher e um homem podem "perder a virgindade ou entregá-la serenamente", e no momento escolhido por Deus, para a pessoa certa.
Zezinho diz que, nesse caso, não existe perda e sim encontro, carinho, proteção, e eu diria, ainda, a bênção de Deus.
O apóstolo Paulo indica que atitudes como essas fazem parte do preparo para a vinda do Senhor: "E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" (I Tessalonicenses 5:23).
Essa é a vontade de Deus para você e para mim.
O Padre Zezinho escreveu certa vez que quando uma "professora muito querida pelas alunas abordou o tema da sexualidade da mulher, as meninas lhe perguntaram à queima-roupa: `Professora, quando a senhora perdeu a virgindade?' `Eu não perdi a virgindade', respondeu ela calmamente. `Como assim?'", disseram as meninas, que sabiam que ela era mãe de quatro filhos.
Foi então que a professora disse:"`Eu não fiquei rodando bolsinha nas esquinas. Esperei até encontrar o companheiro dos meus sonhos. Encontrei quem hoje é o meu marido, e espontaneamente e serenamente dei a ele o que eu tinha de melhor: meu corpo e meus sentimentos. Portanto, eu não perdi a virgindade. Ela está com ele, que dorme todas as noites ao meu lado.'"
E a professora continuou: "`Eu a teria perdido se a tivesse dado a um homem qualquer que passasse pela minha vida. Portanto, eu não perdi minha virgindade. Ganhei mais um aliado."
Essa história, contada pelo Padre Zezinho, mostra que uma mulher e um homem podem "perder a virgindade ou entregá-la serenamente", e no momento escolhido por Deus, para a pessoa certa.
Zezinho diz que, nesse caso, não existe perda e sim encontro, carinho, proteção, e eu diria, ainda, a bênção de Deus.
O apóstolo Paulo indica que atitudes como essas fazem parte do preparo para a vinda do Senhor: "E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" (I Tessalonicenses 5:23).
Essa é a vontade de Deus para você e para mim.
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